v. 16 n. 2 (2025): Epistemologias no estudo do êxtase religioso
A segunda metade século XX fez renascer o interesse no Ocidente pelas experiências de êxtase religioso. Os exemplos são muitos, desde a ascensão dos movimentos espiritualistas New Age impulsionados pela contracultura das décadas de 1970, a expansão dos novos movimentos pentecostais, especialmente no Sul Global, o crescimento e popularização dos rituais místico como o sufi islâmico ou, ainda, o surgimento e expansão de comunidades de culto como a Ayahuasca que migraram da Amazônia para os grandes centros urbanos do país, atraindo milhares de adeptos.
A comunidade acadêmica também tem ficado atenta a esse fenômeno social, não se furtando a problematizá-lo, embora constata-se imensos desafios nas investigações, em especial, as metodologias mais adequadas e que trazem resultados e avanços nesse subcampo do estudo das religiões.
A proposta deste dossiê tem o objetivo de reunir pesquisas, trabalhos, reflexões e resultados de investigações que problematizam especialmente os aspectos metodológicos no estudo do êxtase religioso, esse importante fenômeno que ocorre no interior das religiões.
Organização:
Gamaliel da Silva Carreiro (UFMA)
Marilande Martins Abreu (UFMA)
Lemuel Dourado Guerra Sobrinho (UFCG)
Sariza Oliveira Caetano Venâncio (UFNT)
Foto da Capa: Êxtase em um terreiro da Amazônia, de Michel Amazonas
Revisão de títulos e abstracts: Matheus Landau de Carvalho (UFJF)
Diagramação: Adriano Magalhães Tenório (UFAM) e Paulo Cavalcante Albuquerque Melo (UFPB)
Editoração e revisões Finais: Diego Omar da Silveira (UEA) e Paulo Sérgio Raposo da Silva (UFRN)