Edições anteriores

  • Fluxo contínuo
    v. 14 n. 2 (2023)

    Os trabalhos que compõem esta edição oferecem, direta e indiretamente, um amplo leque epistemológico, antropológico, filosófico e teológico sobre os estudos de religião no e para o Brasil. Já que se trata de uma edição de temática livre, a publicação fornece aos leitores a oportunidade de em um mesmo número conhecer outros referenciais, aferir aplicações teórico-metodológicas e estender as perspectivas acerca das pesquisas brasileiras sobre religiosidades. É, portanto, um número que (re)apresenta, abre e multiplica possibilidades interpretativas. 

     

     

     

     

    Revisão dos títulos em inglês e dos abstracts: Matheus Landau de Carvalho (UFJF)

    Diagramação: Paulo Cavalcante Albuquerque Melo (UFPB)

    Revisões finais: Diego Omar da Silveira (UEA) e Paulo Sérgio Raposo da Silva (GRECOM-UFRN)

    DOi.png https://doi.org/10.29327/256659.14.2

  • Religião, política e espaço público
    v. 14 n. 1 (2023)

    Esta edição reúne reflexões acadêmicas sobre a presença, a pertinência e as implicações de algumas práticas religiosas e de alguns movimentos religiosos nas dinâmicas sociopolíticas do Brasil e da América Latina.  Dentre outras coisas, como um painel, este primeiro número do ano de 2023 expõe a prevalência das complexidades que definem as relações entre política e religião, unindo-se a tradições de estudos que já identificaram essas duas dimensões da experiência humana como indissociáveis, mas, também, como ambivalentes. Convidamos a todas e a todos a lerem os artigos, elaborarem suas críticas e suas próprias sínteses a partir das indicações feitas por cada trabalho. 

     

     

    Foto da Capa: Luz para abrir os caminhos, de Yandrei Farias

    Diagramação: Adriano Magalhães Tenório (UFAM) e Paulo Cavalcante Albuquerque Melo (UFPB)

    Revisão dos títulos e dos abstracts: Matheus Landau de Carvalho (UFJF)

    Revisões finais: Diego Omar da Silveira (UEA) e Paulo Sérgio Raposo da Silva (GRECOM-UFRN)

    DOi.png https://doi.org/10.29327/256659.14.1-17

  • Religiões e História do Tempo Presente no Brasil
    v. 13 n. 2 (2022)

    Este número é dedicado a pensar as religiões e as religiosidades no contexto brasileiro a partir da forma como atravessam a História do Tempo Presente. A atenção está voltada para questões já consolidadas nessa concepção historiográfica, tais como a dificuldade com periodizações e o maior recurso à memória e ao testemunho, mas também para os problemas emergentes no recorte escolhido, como, principalmente, a emergência da religião na esfera pública no Brasil recente. 

    O número é também um marco na consolidação do periódico, que ascende em sua avaliação na Capes para o Qualis A3, bem como o registro da transição para um novo tempo na ABHR, agora oficialmente Associação Brasileira para Pesquisa e História das Religiões, título alterado na busca por destacar a parceria entre profissionais da História, da Ciência da Religião, das Ciências Sociais e de outras áreas, que sempre foi a identidade da associação.

     

    Capa: Fotografia de Om Prakash Sethia

    Diagramação: Diego Omar da Silveira (UEA)

    Revisão dos títulos e abstracts: Matheus Landau de Carvalho (UFJF)

    DOi.png https://doi.org/10.29327/256659.13.2 

  • Educação e espiritualidade
    v. 13 n. 1 (2022)

    "Espiritualidade” é uma expressão cunhada na modernidade e que trata do despertar de um conjunto de sentimentos, conhecimentos e comportamentos humanos, capazes de gerar impactos na vida cotidiana por sua relação com o sagrado e com o mundo.

    O ensino religioso nas escolas têm sido um dos mecanismos utilizados para o desenvolvimento da espiritualidade, sendo, no entanto, controverso, por centrar-se na crença religiosa, pautada no ensino confessional e interconfessional.

    Face aos novos debates sobre as relações entre religião, religiosidades, fé e política, torna-se urgente, dentro do movimento de inclusão da diversidade, ampliar-se as discussões sobre uma “espiritualidade laica”, já cogitada por autores da filosofia, e capaz de atender, inclusive, a ateus e agnósticos. 

    Organizadores: Marco Aurélio Corrêa Martins (UNIRIO) e Valéria Cristina Lopes Wilke (UNIRIO)

    Capa: Izabelle Silva dos Santos

    Diagramação: Diego Omar da Silveira (UEA) e Paulo Sérgio Raposo da Silva (GRECOM-UFRN)

    Revisão dos títulos e abstracts: Matheus Landau de Carvalho (UFJF)

    DOi.png10.29327/256659.13.1-18

  • Religiões no Nordeste
    v. 12 n. 2 (2021)

    É fato a ampliação do campo de estudos das diferentes religiões no Brasil nas últimas décadas, o que nos motiva e desafia a manter uma constante descoberta, análise e retroalimentação das pesquisas concluídas e em andamento. Novos problemas, fontes, abordagens e hipóteses são recorrentemente colocados nas áreas das ciências humanas e sociais, em especial. Soma-se a isso as especificidades territoriais, culturais e sociopolíticas das diferentes regiões brasileiras, o que torna a tarefa de acompanhar os novos estudos bastante desafiadora. Nesse sentido, a proposta de um recorte regional para esse Dossiê se justifica ao possibilitar a sistematização de parte das pesquisas produzidas a partir do/ou sobre o Nordeste brasileiro. Privilegia-se estudos que apontem para a diversidade das experiências religiosas, em suas cosmovisões, práticas, relações políticas, econômicas e socioculturais em análises mais amplas ou particulares, em diferentes temporalidades. 

    Organizadores: Irinéia M. Franco dos Santos (UFAL) e Renato Amado Peixoto (UFRN).

    Foto da capa: Atako: retratos da sobrevivência, de Roger Silva
    Diagramação: Diego Omar da Silveira (UEA) e Paulo Sérgio Raposo da Silva (GRECOM-UFRN)

    Revisão dos títulos e abstracts: Matheus Landau de Carvalho (UFJF)

    DOi.png10.29327/256659.12.2-1

  • Religiões em tempos de pandemia
    v. 12 n. 1 (2021)

    Em 2020, a pandemia da COVID-19, doença causada pelo vírus SARS-Cov2, da família de coronavírus descoberta nos anos 1960, alterou profundamente as nossas vidas, sociedades e religiões. Este dossiê pretende acolher contribuições que contemplem as mais diferentes dimensões do componente religioso no cenário pandêmico, sem perder de vista, no entanto, a relação entre pandemias e religiões em situações passadas, quando a humanidade enfrentou conjunturas semelhantes. Todos estes temas são exemplos do que se espera examinar neste dossiê: as formas como as diferentes religiões interpretam novas doenças (em especial a COVID-19); o lugar da espiritualidade diante da incerteza, pânico e medo; os dramas em torno da impossibilidade dos rituais de luto; as tensões entre o discurso religioso e o discurso científico; o negacionismo de motivação religiosa; o engajamento de instituições e grupos religiosos na assistência social às camadas que mais sofreram o efeito econômico do necessário isolamento social; o papel do lobby religioso no desenho de políticas públicas de saúde adotadas na conjuntura recente; como o componente religioso das concepções de governos de extrema-direita influenciou a forma como lidaram com a pandemia; as transformações das práticas religiosas que tiveram que ser suspensas para a redução da contaminação; as novas práticas emergentes; a capelania hospitalar antes, durante e depois da pandemia.

    Organizadores: Emerson José Sena da Silveira (UFJF) e Waldney de Souza Rodrigues Costa (UERN)

    Foto da capa: Jeyaratnam Caniceus

    Diagramação: Diego Omar Silveira (UEA) e Paulo Sérgio Raposo da Silva (GRECOM-UFRN)

    DOi1.png10.29327/256659.12.1-17
  • 20 anos da Associação Brasileira de História das Religiões
    v. 10 n. 2 (2019)

    Em 2019, a Associação Brasileira de História das Religiões completou 20 anos. Nessas duas décadas muitos pesquisadores imprimiram na ABHR suas marcas e tiveram nela um lugar de discussão e amadurecimento, não apenas de seus trabalhos acadêmicos, mas de todo um campo de pesquisa que foi amadurecendo no Brasil. Além disso, a Associação atuou com a Plura, com a publicação de livros e com seus eventos na divulgação e socialização dos estudos da religião em nosso país. Foram 16 eventos nacionais – entre os quais 3 internacionais – e mais de uma dezena de simpósios regionais, construídos em parcerias com várias universidades e programas de pós-graduação. Um legado que merece ser relido, com os olhos da crítica e também de orgulho pelo que fizemos, como coletivo e a muitas mãos. Esse dossiê nasce, assim, como um desejo de memória. Não apenas como autoelogio, mas como forma, inclusive, de olhar para o passado pensando nos desafios da hora presente e de tudo que ainda temos a enfrentar nos anos que virão. Serão aceitos ensaios, balanços da atuação da ABHR, análises bibliográficas e fotografias de eventos realizados e/ou apoiados pela ABHR.